O novo álbum do Mumford & Sons, "Prizefighter", chegou menos de um ano após "Rushmere", lançado em março de 2025. Para um grupo que historicamente costuma lançar álbuns a cada dois anos e meio a seis anos, este é um intervalo curto. A motivação veio de um encontro casual com o compositor, músico e produtor Aaron Dessner.

"Estávamos no Electric Lady Studios, em Nova York, mixando 'Rushmere'... e [Dessner] apareceu, e nós perguntamos: 'Você quer ouvir nosso novo disco?'", conta Ben Lovett, da banda, ao podcast Billboard Pop Shop. Dessner, que já conhecia a banda e havia trabalhado com eles no passado, começou a compartilhar o que estava produzindo no momento.

Em certo ponto, Dessner tocou para a banda uma demo de uma música que havia composto com Jon Bellion. Acontece que Gracie Abrams (que já havia trabalhado bastante com Dessner) também tinha ouvido a mesma demo e mandou uma mensagem para Marcus Mumford dizendo: "Vocês deviam curtir essa música".

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"Comecei a trabalhar em algumas letras ali mesmo — ainda estávamos mixando o Rushmere!", relembra Mumford. Sobre a faixa-título, o vocalista declara: "Acho que esta é a melhor música que já fizemos. Eu a amo mais do que qualquer outra coisa que já fizemos."