A prefeitura de São Paulo determinou o fechamento de todos os parques do município nesta quarta-feira (10) devido às fortes rajadas de vento que atingem a capital paulista. A medida, anunciada em comunicado oficial, visa garantir a segurança dos frequentadores e segue protocolos estabelecidos para eventos climáticos extremos.
Além dos parques, foram suspensos os eventos natalinos na região do Largo São Bento e Praça da Sé, incluindo a pista de patinação e a Casa do Papai Noel. A Ubia, concessionária que administra o Parque Ibirapuera, confirmou que o local também ficará fechado, o que levou ao cancelamento da apresentação do evento natalino Quebra Nozes.
De acordo com a prefeitura, os ventos podem atingir velocidades médias entre 50 km/h e 90 km/h, conforme dados do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE). A administração municipal citou a Portaria nº 038/SVMA/2024, que estabelece diretrizes para situações como essa, enfatizando o foco na proteção da população.
A previsão inicial é de que os parques sejam reabertos nesta quinta-feira (11), mas a retomada do funcionamento poderá ser reavaliada caso as rajadas intensas persistam na cidade. A medida reflete a gravidade das condições climáticas, que têm impactado não apenas o lazer, mas também serviços essenciais.
Parte da região metropolitana de São Paulo enfrenta interrupções no fornecimento de energia elétrica devido à passagem de um ciclone extratropical, responsável pelas rajadas de vento. Segundo a Enel, cerca de 2 milhões de clientes estão sem energia na região, agravando os efeitos do fenômeno climático.
Notícias relacionadas destacam que o ciclone deixou milhões sem energia em São Paulo, enquanto capitais do Centro-Sul do país devem ter chuvas e ventania até quinta-feira. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para o Rio Grande do Sul com a chegada do ciclone, indicando riscos significativos em outras áreas.
A decisão da prefeitura paulistana evidencia a necessidade de medidas preventivas diante de eventos climáticos extremos, cada vez mais frequentes no Brasil. Enquanto isso, moradores e visitantes aguardam a normalização das condições para retomar as atividades de fim de ano na cidade.

