A Scout AI, startup de defesa fundada em 2024, anunciou na quarta-feira que levantou US$ 100 milhões em uma rodada Série A liderada pela Align Ventures e Draper Associates, após uma rodada inicial de US$ 15 milhões em janeiro de 2025. A empresa está construindo um modelo de IA chamado 'Fury' para operar e comandar ativos militares, inicialmente para suporte logístico e, em breve, para armas autônomas.

Em uma base militar não identificada na Califórnia, a Scout treina seus modelos com veículos todo-terreno autônomos. O CTO Collin Otis compara o trabalho ao treinamento de soldados: 'Eles começam quando têm 18 anos, às vezes depois da faculdade, então você quer começar com esse nível básico de inteligência'. A empresa já garantiu US$ 11 milhões em contratos de desenvolvimento com DARPA, Laboratório de Aplicações do Exército e outros clientes do Departamento de Defesa.

A Scout é uma das 20 empresas de autonomia cuja tecnologia está sendo usada pela 1ª Divisão de Cavalaria do Exército dos EUA em Fort Hood, no Texas, com a expectativa de que os produtos comprovados sejam levados para a próxima implantação em 2027. A empresa se posiciona como um 'laboratório de fronteira para defesa', treinando IA para entrar em zonas de conflito.

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