INTRODUÇÃO

O declínio no consumo de esportes ao vivo entre a Geração Z tem levado ligas e emissoras a buscar soluções tecnológicas inovadoras. A resposta pode estar na geração de vídeo volumétrico, uma tecnologia que permite aos espectadores visualizar as jogadas de múltiplos ângulos, criando uma experiência semelhante à de um videogame.

DESENVOLVIMENTO

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A Peripheral Labs, startup canadense fundada em 2024 por Kelvin Cui e Mustafa Khan, está na vanguarda desse movimento. A empresa utiliza câmeras para capturar imagens em 3D e, com a ajuda de modelos de IA e avanços em visão computacional, reconstrói o vídeo de forma acessível. A expertise dos fundadores em carros autônomos foi crucial: "Estamos aplicando conceitos de percepção robótica e visão 3D para a reconstrução de vídeos esportivos", explicam.

O sistema desenvolvido pela startup reduz a necessidade de câmeras de mais de 100 para apenas 32, diminuindo custos e complexidade operacional. "Quando Mustafa me mostrou sua pesquisa sobre reconstrução 3D, pensei que seria incrível assistir hóquei assim", relatou Cui, destacando a paixão por esportes como motivação.

CONCLUSÃO

A tecnologia de vídeo volumétrico representa uma mudança de paradigma nas transmissões esportivas, oferecendo uma experiência interativa e personalizada que pode reengajar o público mais jovem. Com a democratização do acesso por meio de soluções mais acessíveis, como a da Peripheral Labs, essa inovação tem potencial para revolucionar como consumimos esportes ao vivo.