O Lollapalooza Brasil consolidou-se como um festival plural na sua 13ª edição, investindo em uma estrutura robusta de acessibilidade para garantir que diferentes públicos, incluindo pessoas com deficiência e necessidades específicas, possam curtir a experiência com autonomia. Com uma equipe especializada, o evento oferece iniciativas como empréstimo de cadeiras de rodas, kits livres com propulsor elétrico acoplado, banheiros PCD, balcões rebaixados, rampas de acesso, mapa tátil e até uma oficina gratuita para reparo e manutenção de cadeiras de rodas.
A estudante de direito Cecília Moraes, de 20 anos, que viajou do Espírito Santo para assistir a Sabrina Carpenter, é um exemplo de como esses serviços fazem a diferença. Após fraturar o pé em dezembro, ela enfrentou dúvidas sobre comparecer ao evento, mas, com a evolução da recuperação e autorização médica, decidiu ir. "Minha perna não estava aguentando. Fui até a Central de Acessibilidade, consegui o kit com muita facilidade, conversei com a equipe, mostrei o laudo e me disponibilizaram a cadeira de rodas", relatou Cecília, que celebrou a decisão de participar do festival acompanhada dos amigos, superando até a preocupação inicial da mãe.

