INTRODUÇÃO

A corrida das grandes empresas de tecnologia pela liderança em inteligência artificial enfrenta mais um obstáculo legal significativo. A Adobe, conhecida por sua suíte criativa e recentemente pelo lançamento de ferramentas como o Firefly, agora está no centro de uma ação judicial que questiona as fontes de dados usadas para treinar seus modelos de IA.

DESENVOLVIMENTO

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Uma ação coletiva proposta em nome da autora Elizabeth Lyon, do Oregon, alega que a Adobe utilizou versões piratas de livros, incluindo obras da própria Lyon, para treinar seu programa SlimLM. O modelo é descrito pela empresa como uma série de pequenos modelos de linguagem otimizados para tarefas de assistência em documentos em dispositivos móveis.

De acordo com a ação, o SlimLM foi pré-treinado no conjunto de dados SlimPajama-627B, que seria uma versão derivada do RedPajama. O processo afirma que o SlimPajama contém o conjunto Books3, que inclui aproximadamente 191.000 livros protegidos por direitos autorais, usados sem autorização para treinar sistemas de IA generativa. Lyon, autora de guias de escrita não-ficcional, identificou suas obras nesse conjunto manipulado.

CONCLUSÃO

Este caso se soma a uma série de litígios envolvendo o uso de material protegido por direitos autorais no treinamento de IA, destacando a crescente tensão entre a inovação tecnológica e a proteção legal de propriedade intelectual. O resultado poderá estabelecer precedentes importantes para todo o setor.