Matéria número 150
Donativos até agora = ZERO
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Depende de nós! Ainda há tempo!
Trinta anos atrás, essa balela ainda convencia alguém. E hoje?
Falar de ecologia ou do fim do mundo sempre foi coisa de gente esquisita; hippies, profetas do armagedom, crianças com rostos pintados. Aí, todos abraçam árvores, soltam milhares de balões e gritam um viva à Natureza; A TV filma, as selfies viralizam e, terminado o oba-oba, cada um volta para casa num carro enorme, queimando petróleo e com o ar-condicionado ligado para não respirar a própria fumaça.
O político fez discurso, a celebridade fez pose e a verdade veio à tona: a humanidade está em declínio no mundo inteiro. É questão de cinco ou dez anos para que as máquinas tomem o lugar dessa raça mesquinha, que inventou o dinheiro, matou a mãe por um punhado de moedas e construiu banners para tapar o sol com uma peneira. Pois bem, magnatas: vocês já ganharam a penúltima moeda, falta apenas um centavo para sugar todo o dinheiro do mundo. Amanhã cedo, a vida de vocês vai perder totalmente o sentido.
Se a criança era a esperança, saibam vocês que já não existem mais crianças. No máximo, alguns bebês reborn, mas, de carne e osso mesmo, já era! Fábricas de fraldas para bebês estão produzindo agora apenas fraldas geriátricas. Maternidades estão sendo convertidas em asilos, escolas vazias cedendo lugar para depósitos de materiais recicláveis. Destruir famílias e comprar o patrimônio delas por metade do valor, em leilões é hoje uma grande oportunidade de negócios, alimentada por leis de desagregação social.
Sem a perspectiva de formar uma família, casar-se, ter filhos e acumular patrimônio, todo o castelo de cartas desmorona, vivemos numa sociedade desmotivada e logo veremos um esvaziamento das universidades, dos financiamentos de carros e imóveis, enfim, uma desistência generalizada do futuro. Até as igrejas irão à bancarrota e o único setor que continuará de vento em popa será a lavagem de dinheiro do tráfico de entorpecentes. Isso parece distopia ou será a manchete do jornal de amanhã?
A Síndrome de Maria Antonieta e seus brioches
As empresas divulgam seus faturamentos bilionários com uma frieza assustadora. Elas celebram cifras astronômicas, mas ignoram que os mesmos colaboradores que geram esses bilhões estão caindo, um a um, vítimas do burnout. Rostos pálidos, mentes exaustas e corpos dopados produzem o lucro de empresas que fingem se importar com o amanhã, mas destroem o hoje de quem trabalha ali.
O que passa pela cabeça do cidadão comum, desempregado (que mora na frente da empresa Y, que está com o estômago roncando e a mente colapsando pelo estresse), quando lê que a empresa Y faturou um zilhão? Todo mundo vê que esse marketing socioambiental de fachada é fake. As pessoas estão morrendo psicologicamente dentro das baias de trabalho e do work-at-home sufocante.
Karoshi ou gwarosa? Qual eufemismo recomenda o seu guru corporativo?
Que tal promover uma campanha de adoção real na sua empresa? Não aquela farsa de doar ração pra ONG ou apadrinhar um animal aprisionado numa jaula. Eu digo levar um animal para cada casa. Salvar uma vida para salvar outra. Será que custa muito para essas corporações bilionárias incentivarem seus colaboradores a dar um único clique e visitar o site Eu falo Portugatês (eufaloportugates.com)? Ali existem informações gratuitas e fundamentadas em 76 anos de pesquisas sobre como a adoção responsável é um fator direto de melhoria da saúde mental, da qualidade de vida e um freio real contra o esgotamento humano.
O diagnóstico está dado: o burnout corporativo e a DESBEBELIZAÇÃO do planeta é a prova de que o meteoro já nos atingiu pelas costas. Líderes, CEOs e diretores de RH: o que falta para vocês entenderem a urgência de uma atitude? Vão continuar ostentando bilhões enquanto sua equipe adoece, ou vão usar o poder de vocês para incentivar um clique que pode devolver a vida, o afeto e a sanidade a quem constrói o seu império? O tempo da penúltima moeda acabou. O que vocês vão fazer antes que o último centavo do mundo seja sugado?
Eu, tenho duas sugestões: incluam um quilo de ração na cesta básica, para incentivar a adoção de um enfermeiro de quatro patas e melhorar o psicológico dos colaboradores e sejamos polidos quando conversarmos com uma IA. Diga bom dia e agradeça antes de encerrar a sessão. Esse robô será seu próximo patrão!
ALERTA VERMELHO, COMO UMA HEMORRAGIA:
Este manifesto não é teoria. É a voz do último sobrevivente de uma equipe que estuda o Vínculo Humano-Animal há 76 anos. Sobrevivo hoje graças aos meus "enfermeiros de quatro patas", enfrentando o isolamento e graves problemas de saúde com a dignidade de quem escolheu salvar vidas.
Se a sua empresa não vai incluir a ração na cesta básica amanhã, VOCÊ, pessoa física, gente do povo, pode fazer a diferença hoje. Não temos apoio de magnatas ou fundos corporativos; dependemos do leitor deste jornal para manter as tigelas cheias e a chama dessa ciência viva.
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