O mercado de festivais no Brasil vive um momento de transformação profunda. Em meio à expansão da economia criativa e à disputa por relevância cultural, a IDW Company tem se consolidado como uma das forças que articulam esse novo cenário. O IDW Movimenta, encontro que reuniu artistas, executivos, jornalistas e agentes do setor na Casa de Francisca, em São Paulo, é um dos sinais mais claros dessa estratégia: menos sobre um evento isolado e mais sobre a construção de um ecossistema contínuo de cultura, negócios e criatividade.

A proposta da IDW parte de um entendimento simples e, ao mesmo tempo, sofisticado: cultura é território estratégico. “Acreditamos que a cultura é um dos territórios mais potentes para gerar relevância, criar conexões reais e orientar decisões estratégicas”, afirma Ana Amélia, Sócia e Diretora de Comunicação da IDW Company.

É nesse contexto que o AFROPUNK Brasil — o maior festival de cultura negra do mundo, que acontece em Salvador desde 2021 — entra em uma fase de expansão nacional, conectando diferentes cenas, públicos e regiões a partir da música negra contemporânea.

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AFROPUNK: expansão como visão de futuro

A edição de 2026 inaugura um circuito que passa por Rio de Janeiro, Recife e Salvador, antes de avançar para novas capitais em 2027 e 2028. A primeira leva de artistas anunciados reforça a ambição do projeto: Jorja Smith, Gilberto Gil, Emicida, Gaby Amarantos, Lazzo Matumbi e Nanda Tsunami formam um recorte que atravessa gerações, linguagens e geografias. Mais do que diversidade estética, o line-up constrói pontes.