Na sexta-feira (15), a discografia de Drake ganhou três novos capítulos com o lançamento da trilogia liderada por “ICEMAN”. O álbum de 18 faixas funciona como um ataque direto aos rivais do rapper e traz alguns dos versos mais afiados de sua carreira. Na sequência vieram “HABIBTI” e “MAID OF HONOUR”, em uma estratégia calculada para dominar os streamings.

Diga o que quiser sobre Drake: emocional demais, passivo demais, R&B demais. As críticas sempre acompanharam o artista de 39 anos, mas ele continua ocupando playlists e caixas de som ao redor do mundo. Seja com a mixtape “So Far Gone”, o clima introspectivo de “Nothing Was the Same” ou a chegada-surpresa de “If You’re Reading This It’s Too Late”, o canadense se tornou sinônimo de produtividade.

Com quase 400 entradas na Billboard Hot 100, o maior número da história, Drake também está perto de ultrapassar Jay-Z em álbuns número 1 entre artistas solo masculinos. Mesmo com a imagem pública abalada após disputas com Pusha T e Kendrick Lamar, além do processo contra a Universal Music Group, é difícil ignorar a onipresença de Drizzy.

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A Billboard reuniu e ranqueou a discografia de Drake, excluindo “Care Package”, desde a estreia com “Room for Improvement”. Pelo menos o título foi honesto. “Room for Improvement” marcou a estreia de Drake no rap e serviu como sua primeira mixtape. Gravado quando ele tinha apenas 19 anos, o projeto provavelmente não é algo de que o artista se orgulhe hoje. O flow ainda era rudimentar e bastante influenciado por Joe Budden. Mesmo assim, Drake brilhava quando acelerava as rimas.