INTRODUÇÃO: Uma era chega ao fim na Apple. Tim Cook, que assumiu o comando da empresa em 2011 após a morte de Steve Jobs, anunciou sua saída do cargo de CEO após 15 anos à frente de uma das companhias mais influentes do mundo. A partir de 1º de setembro, as rédeas serão entregues a John Ternus, atual vice-presidente sênior de engenharia de hardware da empresa.

DESENVOLVIMENTO: O legado de Cook é marcado por números impressionantes. Quando assumiu, a Apple valia cerca de US$ 350 bilhões. Sob sua liderança, a empresa atingiu a marca de US$ 1 trilhão em 2018, US$ 2 trilhões em 2020, US$ 3 trilhões em 2022 e, em 2025, alcançou os US$ 4 trilhões – um crescimento de dez vezes no valor de mercado. A receita líquida também disparou: de US$ 14 bilhões em 2010 para US$ 112 bilhões no ano fiscal de 2025, um salto de 699% mesmo enfrentando desafios como a pandemia de COVID-19 e tensões geopolíticas.

Cook, que já era o arquiteto da cadeia de suprimentos global da Apple como COO, expandiu agressivamente a presença da empresa na China e adicionou aproximadamente 200 lojas à rede mundial. Ele também transformou o ecossistema de iPhone e computadores em uma rede mais ampla, incluindo wearables como o Apple Watch, lançado em 2015 e hoje um dispositivo central para saúde e fitness.

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CONCLUSÃO: Tim Cook deixa a Apple não apenas como a empresa mais valiosa do mundo, mas como uma potência consolidada e diversificada. Sua transição para John Ternus representa a passagem do bastão para uma nova geração de liderança, com o desafio de manter o crescimento exponencial e a inovação que definiram a era Cook.