A trajetória de The Weeknd é um exemplo de ascensão meteórica na indústria. O artista superou nomes gigantescos ao registrar ganhos de US$ 298 milhões em 2025. O topo do ranking da Forbes consolidou o cantor como o músico mais bem pago do mundo. Ele deixou para trás estrelas como Taylor Swift e Beyoncé.

Esse sucesso bilionário é fruto de uma estratégia que envolveu turnês globais e negócios inteligentes. Um dos pilares foi a venda de parte do seu catálogo musical. O acordo com a Lyric Capital garantiu uma entrada de US$ 200 milhões. Somado ao faturamento nos palcos, o astro canadense vive sua fase mais lucrativa.

Antes da fama, Abel Tesfaye trabalhava como vendedor em uma loja de roupas. Ele conciliava o emprego com a produção de músicas de forma independente. O ponto de virada ocorreu quando ele ouviu suas próprias canções no sistema de som da loja. Percebeu ali que sua música já tinha um público real. Decidido a arriscar tudo, ele pediu demissão para focar integralmente na arte. Na época, sua situação financeira era bastante instável e cercada de incertezas.

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Em 2011, ele lançou a mixtape “House of Balloons”, que chamou a atenção da crítica. O projeto sombrio e inovador deu início ao seu império no R&B. A consagração definitiva veio com hits globais como “Blinding Lights”. A canção quebrou recordes de permanência na Billboard Hot 100 por vários meses. Em 2025, a After Hours Til Dawn Tour ultrapassou US$ 1 bilhão em bilheteria. O cantor também lançou o esperado disco “Hurry Up Tomorrow”.