A Suprema Corte da Coreia do Sul rejeitou nesta semana o segundo recurso apresentado por Taeil, ex-integrante do grupo de K-pop NCT, e por outros dois homens envolvidos em um caso de agressão sexual. A decisão mantém a condenação anterior, que determinou pena de 3 anos e 6 meses de prisão para cada um dos acusados, além de 40 horas de educação e programas sobre violência sexual.
O crime ocorreu em junho de 2024, em uma boate no distrito de Itaewon, em Seul. Segundo as investigações, os três homens beberam com uma turista estrangeira que estava fortemente intoxicada e, por volta das 2h33 da madrugada, a levaram de táxi até a residência de um deles, onde a agressão sexual aconteceu. Após o crime, discutiram deixá-la intencionalmente em outro local para tentar encobrir a cena.
Esta foi a segunda tentativa de recurso de Taeil. Em outubro de 2024, o cantor já havia tido um pedido negado pela 11ª Divisão Criminal da Corte Superior de Seul. Com a rejeição definitiva pela Suprema Corte, a sentença se torna irrecorrível e deve ser cumprida integralmente.
Como consequência do caso, Taeil foi expulso do NCT e da SM Entertainment, empresa que agenciava sua carreira, em outubro de 2024. Ele foi preso logo após a condenação inicial. O episódio reforça debates sobre responsabilidade e justiça no universo do K-pop, onde escândalos envolvendo ídolos frequentemente geram repercussão internacional.

