Os brasileiros provaram que amam Michael Jackson e colocaram o nome do artista nos charts da Billboard Brasil. Na atual lista, ele ocupa o terceiro lugar no Artistas 25 da parada brasileira. Além disso, o Rei do Pop tem duas faixas no Hot 100 da Billboard Brasil: “Billie Jean” ocupa o 28º lugar, enquanto “Beat It” está no 38º. Esse retorno às plataformas de streaming resulta do sucesso da cinebiografia “Michael”, que estreou nos cinemas em 23 de abril deste ano.
A cinebiografia “Michael” passou a marca de US$ 500 milhões (R$ 2,45 bilhões) na bilheteria mundial em sua terceira semana em cartaz. Segundo o site especializado Box Office Mojo, o filme sobre Michael Jackson acumula US$ 577,3 milhões (R$ 2,83 bilhões) no mundo, com US$ 240,4 milhões (R$ 1,18 bilhão) nos Estados Unidos e Canadá e US$ 336,8 milhões (R$ 1,65 bilhão) em mercados internacionais. O resultado coloca o longa entre os maiores sucessos recentes do cinema musical.
De acordo com o Music Business Worldwide, “Michael” é apenas a segunda cinebiografia musical a superar US$ 500 milhões globalmente, atrás de “Bohemian Rhapsody”, filme sobre o Queen que arrecadou US$ 903,6 milhões (R$ 4,42 bilhões) no mundo. Dirigido por Antoine Fuqua, o filme tem Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, no papel principal. A produção acompanha a trajetória do artista desde a infância no Jackson 5 até a turnê “Bad”, no fim dos anos 1980. Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”, assina a produção ao lado de John Branca e John McClain, coexecutores do espólio de Michael Jackson. O efeito da cinebiografia não ficou restrito aos cinemas.

