No dia 2 de maio, Shakira transforma Copacabana no centro da cultura global e reforça a vocação natural da praia como o maior palco a céu aberto do planeta. Depois da apresentação histórica de Lady Gaga no ano passado, o evento Todo Mundo no Rio, apresentado por Corona, entrou de vez para o calendário turístico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.
Com público previsto de 2 milhões de pessoas, o show de Shakira é mais um capítulo a ser escrito na história do maior palco do mundo, que já recebeu lendas como Rod Stewart e Rolling Stones no passado. A Praia de Copacabana virou uma categoria própria no mercado musical porque não opera na escala de arena, estádio ou festival: opera na escala de cidade.
Mesmo sem turnês internacionais, a praia funciona como infraestrutura de multidão no Réveillon, evento que o Guinness reconheceu como a maior celebração de Ano-Novo de todo o planeta. Na virada para 2026, a Agência Brasil informou 2,6 milhões de presentes. É esse histórico de ocupação contínua, logística pública e visibilidade global que sustenta a ideia de “maior palco do mundo” mais do que qualquer slogan.
Foi numa noite de virada que Rod Stewart entrou para o Guinness, o livro dos recordes, em 31 de dezembro de 1994, com público de 4,2 milhões a 3,5 milhões (dependendo da fonte e do método).

