INTRODUÇÃO

O Revolut, neobank britânico, está se preparando para uma das maiores ofertas públicas iniciais (IPOs) do setor fintech, com ambiciosas projeções de valorização. De acordo com fontes anônimas de investidores citadas pelo Financial Times, a empresa mira uma capitalização de mercado entre US$ 150 bilhões e US$ 200 bilhões quando finalmente abrir seu capital na bolsa.

DESENVOLVIMENTO

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Fundada em 2015, a Revolut recentemente obteve sua licença bancária completa no Reino Unido, após anos de espera, e foi avaliada em US$ 75 bilhões em uma venda secundária de ações, tornando-se uma das empresas de tecnologia privadas mais valiosas da Europa. O CEO Nik Storonsky afirmou que o IPO está a pelo menos "dois anos de distância", mas a empresa já trabalha em outra venda secundária de ações programada para o segundo semestre de 2026, que a valorizaria em mais de US$ 100 bilhões.

Os números financeiros reforçam o otimismo: a receita subiu para US$ 6 bilhões em 2025, com lucro líquido de US$ 1,7 bilhões e 68,3 milhões de clientes no varejo. A expansão internacional é uma prioridade, com operações em países como Brasil, EUA, Índia e recentes licenças bancárias no México, além de planos para a Colômbia.

CONCLUSÃO

Com uma trajetória de crescimento sólida e uma estratégia agressiva de expansão global, a Revolut se posiciona para um IPO histórico que poderá redefinir os padrões de valorização no setor fintech, embora o cronograma ainda dependa de fatores de mercado e regulatórios.