A reta final das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026 terminou com emoção e grandes surpresas. Após 18 rodadas intensas, seis seleções garantiram vaga direta no Mundial e uma conquistou a chance de disputar a repescagem intercontinental. A Argentina, atual campeã mundial, confirmou o favoritismo e terminou na liderança. Mesmo derrotada pelo Equador na última rodada, a equipe de Lionel Messi encerrou a campanha com a melhor performance do continente, reforçando sua condição de potência do futebol. O Brasil também assegurou a classificação, mas caiu para a quinta colocação após ser derrotado por 1 a 0 pela Bolívia, em La Paz. O tropeço ligou o sinal de alerta para a comissão técnica e os torcedores, já que, apesar da vaga confirmada, o desempenho mostrou que ajustes serão necessários até a Copa. Além da Argentina e do Brasil, garantiram classificação direta ao Mundial as seleções de Equador, Colômbia, Uruguai e Paraguai. O Paraguai, em especial, conquistou sua vaga de forma emocionante, ao superar o Peru em confronto decisivo e retornar ao cenário mundial depois de duas edições ausente. A maior surpresa veio justamente da Bolívia. Com a vitória histórica sobre o Brasil, a equipe terminou em sétimo lugar e conquistou o direito de disputar a repescagem intercontinental. Para um país que não alcançava esse estágio desde 1994, o feito representa um marco e renova a esperança do torcedor boliviano. Na parte de baixo da tabela, Venezuela, Peru e Chile encerraram a campanha com frustração. Sem forças para reagir nos momentos decisivos, as três seleções ficaram fora da Copa do Mundo de 2026, adiando projetos e reformulações para o próximo ciclo. O saldo final das Eliminatórias reforça a competitividade do futebol sul-americano. Se por um lado Argentina e Brasil seguem protagonistas, por outro, Bolívia e Paraguai mostraram que ainda há espaço para surpresas. Agora, com a tabela definida, as seleções têm pouco tempo para ajustar elencos e estratégias antes da Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá. A expectativa é de um torneio vibrante, com a América do Sul novamente em posição de destaque.
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