Em alusão ao Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, o Parque Ecológico da Raposa, em Apucarana, será palco neste sábado (20/09) de uma grande mobilização ambiental. A ação é organizada pelo Serviço Social do Comércio do Paraná (Sesc Paraná), Prefeitura de Apucarana – por meio das secretarias de Meio Ambiente e de Serviços Públicos – e pela empresa Tropic Ambiental. O ponto de encontro será no portal do parque, às 13h30, com encerramento previsto para 15h30. A programação prevê um mutirão de limpeza das margens da represa, além do plantio de 100 mudas nativas e frutíferas produzidas pelo horto municipal. O evento contará com a participação de voluntários, universitários, entidades ambientais, escoteiros e parceiros institucionais. “Cuidar da natureza é cuidar das pessoas. Essa ação reforça a consciência ambiental e envolve a comunidade em um trabalho coletivo. Quando preservamos nossos parques, rios e lagos, estamos garantindo qualidade de vida e futuro para as próximas gerações”, afirma o prefeito Rodolfo Mota, destacando que a participação no mutirão é aberta a todos os interessados. Segundo o secretário de Meio Ambiente, Diego Silva, a iniciativa vai além da coleta de resíduos. “Além do resultado imediato da limpeza e do plantio, queremos despertar a consciência de que pequenas atitudes fazem diferença. O Parque da Raposa é uma unidade de conservação ambiental, um patrimônio de todos, e cada voluntário pode se tornar um multiplicador dessa mensagem”, disse. Aos participantes serão fornecidas luvas e sacos para a coleta de resíduos, mas aqueles que preferirem poderão levar recipientes próprios, como baldes com alça. “Os participantes terão todo suporte da organização, como fornecimento de água no local. Também orientamos previamente que usem calça, calçado fechado, protetor solar, repelente, boné ou chapéu”, reforça Diego Silva. A ação é promovida em parceria com diversas instituições e entidades locais, reforçando o caráter coletivo do evento. Entre os parceiros estão: O evento reforça a importância da preservação ambiental e da participação comunitária, lembrando que ações coletivas podem gerar impactos duradouros na qualidade de vida e na conservação dos ecossistemas urbanos.
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