O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta para chuvas intensas que devem atingir a maior parte do Brasil nesta quarta-feira (11), com previsão de tempestades em várias regiões até sexta-feira (13). Segundo o órgão, as precipitações mais fortes ocorrerão no Centro-Oeste, mas também alcançarão boa parte das regiões Norte e Sudeste, além do oeste do Nordeste.
As áreas mais afetadas incluem Maranhão, Piauí e o oeste da Bahia, onde os volumes de chuva podem chegar a 50 milímetros (mm) acompanhados de ventos de até 60 km por hora. No entanto, o alerta mais grave foi emitido para o sul do Rio Grande do Sul, onde há previsão de tempestades até quinta-feira (12) com acumulados de até 100 mm ao longo do dia.
Nas demais áreas do Rio Grande do Sul, as tempestades devem ser menos intensas, mas ainda significativas, com volumes de até 50 mm e ventos de 60 km/h até o dia 12. A meteorologia também alerta para a possibilidade de queda de granizo em todo o estado, bem como no Paraná e em Santa Catarina.
Riscos estendidos até sexta-feira incluem a Região Sul e o extremo sul do Mato Grosso do Sul, onde são esperadas tempestades com chuvas de até 50 mm e ventos de 60 km/h. Além disso, há perigo potencial de chuvas intensas de hoje até sexta-feira em áreas do Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba, com volumes de até 50 mm diários e ventos de 60 km/h.
O Inmet já havia alertado anteriormente sobre o perigo de chuvas nesta quarta-feira em áreas do Pará, Maranhão, Piauí, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Bahia e Minas Gerais. Nessas localidades, o volume chuvoso pode atingir 100 mm, com ventos de até 100 km/h, aumentando os riscos de alagamentos e deslizamentos.
Contexto relacionado mostra que o estado de São Paulo já tem 45 cidades em atenção para deslizamentos devido às chuvas, e a Defesa Civil de SP retomou o gabinete de crise após a previsão de precipitações. A meteorologia também prevê frio e chuva para São Paulo e Porto Alegre, reforçando a necessidade de cautela da população.
Com a persistência das condições climáticas adversas, autoridades recomendam que a população fique atenta aos alertas, evite áreas de risco e siga as orientações da Defesa Civil local. A situação exige monitoramento constante, especialmente em regiões propensas a enchentes e desastres naturais.

