INTRODUÇÃO

Uma coalizão de operadoras de telecomunicações, fabricantes de dispositivos e grupos da indústria está acelerando uma iniciativa para levar smartphones de aproximadamente US$40 ao mercado, um preço considerado crucial para conectar dezenas de milhões de pessoas à internet. O movimento, liderado pela GSMA, visa enfrentar a exclusão digital em mercados em desenvolvimento, onde milhões vivem dentro da cobertura de banda larga móvel, mas permanecem offline devido ao custo elevado dos dispositivos habilitados para internet.

DESENVOLVIMENTO

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Durante o Mobile World Congress em Barcelona, a GSMA anunciou que está trabalhando com grandes operadoras africanas, como Airtel, MTN Group, Orange e Vodafone, e fabricantes de smartphones para pilotar dispositivos 4G de ultrabaixo custo em seis mercados africanos: República Democrática do Congo, Etiópia, Nigéria, Ruanda, Tanzânia e Uganda. O objetivo é tornar os smartphones mais acessíveis e conectar adicionalmente 20 milhões de pessoas. Por meio de sua Coalizão de Acessibilidade de Dispositivos, a GSMA está promovendo dispositivos em torno de US$40 para ajudar a fechar essa lacuna, com negociações comerciais em andamento entre operadoras e fabricantes. Mais de 15 fabricantes foram envolvidos, com sete expressando interesse, embora o ponto de preço de US$30-40 seja uma "ambição" baseada em pesquisas de acessibilidade, conforme destacado por Alix Jagueneau, chefe de assuntos externos do grupo. Ele observou que os custos crescentes de memória estão adicionando urgência e complexidade ao esforço, levantando questões sobre a viabilidade de produção em larga escala.

CONCLUSÃO

A iniciativa representa um passo significativo na redução da exclusão digital, mas enfrenta desafios práticos, como custos de produção e escalabilidade. Se bem-sucedida, poderá transformar o acesso à internet em regiões carentes, impulsionando inclusão social e econômica. No entanto, o sucesso dependerá da colaboração contínua entre setores e da superação de obstáculos técnicos e financeiros.