INTRODUÇÃO
A Figma anunciou nesta semana uma série de novas funcionalidades de edição de imagens com inteligência artificial, incluindo remoção e isolamento de objetos e expansão de imagens. A empresa destaca que essas ferramentas visam eliminar a necessidade de exportar arquivos para softwares externos, otimizando o fluxo de trabalho dos designers.
DESENVOLVIMENTO
Segundo a Figma, modelos generativos como o Nano Banana são eficazes para criação, mas os usuários frequentemente precisam de ferramentas granulares de edição que funcionem sem prompts de texto. A empresa aprimorou sua ferramenta de laço para seleção, permitindo agora selecionar um objeto, removê-lo ou isolá-lo para movimentação, mantendo características como fundo e cores originais. Além disso, é possível ajustar fatores como iluminação, sombra, cor e foco em objetos selecionados.
A funcionalidade de expansão de imagem também foi introduzida, sendo útil para adaptar criativos a diferentes formatos, como transformar uma imagem quadrada em um banner web ou móvel, evitando recortes constantes. Todas as ferramentas de edição de imagem foram consolidadas em uma única barra de ferramentas para acesso facilitado, com destaque para a remoção de fundo, uma das ações mais comuns na plataforma.
CONCLUSÃO
Com essas atualizações, a Figma finalmente se equipara a concorrentes como Adobe e Canva, que já oferecem recursos similares há anos. A integração de IA não apenas acelera processos de design, mas também consolida a plataforma como uma solução mais completa, reduzindo a dependência de aplicativos terceiros e aumentando a produtividade dos usuários.

