A startup Era realizou um encontro em Nova York com artistas que receberam seu kit de desenvolvimento. Os participantes apresentaram dispositivos experimentais, como um souvenir que conta fatos e piadas sobre a França, um aparelho que monitora ações e avisa se é hora de pedir demissão, e um gadget que informa a qualidade do ar.

O diferencial da Era é sua plataforma de software, que permite que fabricantes de hardware criem agentes de IA e orquestrações para dispositivos inteligentes. A empresa não quer produzir hardware, mas sim capacitar terceiros a fazê-lo, oferecendo uma camada de software que inclui criação de vozes personalizadas e adição de inteligência a dispositivos existentes, como fones de ouvido.

A startup já arrecadou US$ 11 milhões em investimentos, incluindo uma rodada seed de US$ 9 milhões liderada por Abstract Ventures e BoxGroup, com participação da Collaborative Fund e Mozilla Ventures. O financiamento pré-seed de US$ 2 milhões veio da Topology Ventures e Betaworks. Entre os investidores-anjo estão a cofundadora do Flickr, Caterina Fake; o criador do teclado do iPhone, Ken Kocienda; o fundador da OAS, Tony Wang; e outros nomes do setor.

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Fundada no ano passado, a Era tem como CEO Liz Dorman (ex-Humane, onde trabalhou com orquestração de IA), CTO Alex Ollman (que atuou na HP com frameworks de agentes corporativos) e CPO Megan Gole (ex-Sutter Hill Ventures no projeto io de Jony Ive e Sam Altman). A empresa aposta em um mercado de dispositivos habilitados por IA, oferecendo uma infraestrutura que simplifica a criação de experiências inteligentes.