A cinebiografia “Michael” ultrapassou a marca de US$ 500 milhões (R$ 2,45 bilhões) na bilheteria mundial em sua terceira semana em cartaz. Segundo o site especializado Box Office Mojo, o filme sobre Michael Jackson acumula US$ 577,3 milhões (R$ 2,83 bilhões) no mundo, com US$ 240,4 milhões (R$ 1,18 bilhão) nos Estados Unidos e Canadá e US$ 336,8 milhões (R$ 1,65 bilhão) em mercados internacionais.
O resultado coloca o longa entre os maiores sucessos recentes do cinema musical. De acordo com o Music Business Worldwide, “Michael” é apenas a segunda cinebiografia musical a superar US$ 500 milhões globalmente, atrás de “Bohemian Rhapsody”, filme sobre o Queen que arrecadou US$ 903,6 milhões (R$ 4,42 bilhões) no mundo.
Dirigido por Antoine Fuqua, o filme tem Jaafar Jackson, sobrinho de Michael, no papel principal. A produção acompanha a trajetória do artista desde a infância no Jackson 5 até a turnê “Bad”, no fim dos anos 1980. Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”, assina a produção ao lado de John Branca e John McClain, coexecutores do espólio de Michael Jackson.
O efeito da cinebiografia não ficou restrito aos cinemas. De acordo com dados da Luminate reportados pela Associated Press, os streams do catálogo solo de Michael Jackson nos Estados Unidos subiram 95% no fim de semana de estreia do filme, em comparação com o fim de semana anterior. Foram 31,7 milhões de reproduções entre os dias 24 e 25 de abril, contra 16,3 milhões nos dias 17 e 18 de abril. O impacto também chegou ao repertório familiar: as músicas do Jackson 5 cresceram 85% no mesmo recorte inicial, segundo a AP.

