O Brasil alcançou a oitava posição no ranking global da indústria fonográfica em 2025, subindo uma posição em relação a 2024 e duas na comparação com 2023, segundo dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI) divulgados nesta quarta-feira (18).

O mercado fonográfico brasileiro registrou faturamento de R$ 3,958 bilhões no ano passado, uma alta de 14,1% em relação a 2024. Enquanto o mercado mundial cresceu 6,4% em 2025, o Brasil expandiu mais que o dobro desse índice, acompanhando a tendência da América Latina, região que liderou o crescimento global do setor.

O streaming continua sendo o principal motor da indústria no Brasil, gerando receitas de cerca de R$ 3,4 bilhões no período, com crescimento de 13,2% na comparação anual. O avanço no número de assinantes das plataformas de música foi determinante para esse desempenho.

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O mercado físico, embora represente menos de 1% do total das receitas, também apresentou crescimento relevante de 25,6%, impulsionado principalmente pelo vinil, que mantém uma base fiel de consumidores e reflete uma tendência global de valorização dos formatos analógicos.

De acordo com Paulo Rosa, presidente da Pro-Música Brasil, o papel estratégico das gravadoras é central para o avanço do setor, com um modelo de negócios baseado em parcerias com artistas que tem impulsionado o crescimento consistente da indústria fonográfica brasileira.