O Carnaval do Rio de Janeiro é conhecido não apenas pela grandiosidade dos desfiles, mas também pela criatividade e irreverência dos blocos de rua. Em 2026, essa tradição se mantém com nomes que divertem e convidam os foliões para a festa mais democrática do Brasil.

Entre os destaques está o bloco "Me Enterra na Quarta", ideal para quem quer aproveitar até o último minuto da folia. Com concentração marcada para as 13h no Centro do Rio, o grupo desfila tradicionalmente na Quarta-feira de Cinzas, apresentando um repertório que inclui marchinhas, maracatus, ijexás, sambas e frevos. Fundado por colegas de um curso de música, o bloco é um exemplo de como a paixão pela música impulsiona a cultura carnavalesca.

Já o "Parei de Beber, Não de Mentir" é outro tradicional do Rio, conhecido por seu respeito à diversidade. O bloco toca marchinhas, sambas-enredos e outros clássicos, promovendo um ambiente inclusivo, independente de raça, opinião política, cor ou gênero.

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Para os fãs de música pop, o bloco inspirado na banda New Kids on the Block, criado em 2013, mistura hits internacionais com ritmos brasileiros como samba e funk. Enquanto isso, o "Largo do Machado, Mas Não Largo do Copo", com desfile marcado para 17 de fevereiro e concentração às 15h no Catete, foca em marchinhas antigas, mantendo viva a tradição desde 2007.

Em Ipanema, o bloco "Se Não Quiser Me Dar Me Empresta", fundado por moradores em 2008, leva animação à orla em um ambiente familiar. E para os amantes de fantasia, o "Desliga da Justiça" oferece uma imersão no universo fantástico, onde heróis e vilões são bem-vindos, com foliões fantasiados de seus personagens preferidos.

Esses blocos mostram que o Carnaval carioca vai além da música e da dança: é uma celebração da criatividade, da inclusão e da alegria que contagia todos os cantos da cidade.