Bad Bunny será o grande nome do show do intervalo do Super Bowl LX neste domingo (8), em San Francisco. Apesar de seu status de estrela global, o artista não receberá cachê pela performance, seguindo uma norma estabelecida pela NFL para os headliners do evento.
De acordo com informações da revista "Forbes", a liga cobre os custos de produção - que frequentemente ultrapassam US$ 10 milhões - mas os artistas recebem apenas o mínimo estipulado por sindicatos. A contrapartida é o imenso alcance de marketing, já que o palco atrai centenas de milhões de espectadores.
A apresentação de Kendrick Lamar no ano anterior, por exemplo, registrou média de 133,5 milhões de espectadores e gerou um aumento de 430% nas reproduções de sua faixa "Not Like Us".
Este ano marca uma transição histórica para a liga: será a primeira vez que o evento terá um protagonista que canta prioritariamente em espanhol. Especialistas interpretam a escolha como uma decisão estratégica da NFL para expandir sua audiência internacional e atingir o crescente mercado de música latina, que saltou de 8% para 27% do volume total de streaming na última década.

