INTRODUÇÃO

A Apple apresentou nesta terça-feira sua nova linha de MacBook Air e MacBook Pro, equipados com os chips M5 Pro e M5 Max, que prometem desempenho de IA até quatro vezes superior à geração anterior. No entanto, o avanço tecnológico veio acompanhado de aumentos significativos de preço, que podem refletir uma pressão de custos mais ampla na indústria.

DESENVOLVIMENTO

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Os novos MacBook Pro com chip M5 Pro têm preços iniciais de US$ 2.199 (modelo de 14 polegadas) e US$ 2.699 (16 polegadas), um aumento de US$ 200 em relação aos modelos M4 Pro do ano passado. Já as versões com M5 Max partem de US$ 3.599 e US$ 3.899, respectivamente, representando um salto de US$ 400. O MacBook Air também ficou mais caro: o modelo de 13 polegadas agora custa US$ 1.099 (alta de US$ 100) e o de 15 polegadas, US$ 1.299 (também US$ 100 a mais).

Esse movimento de preços ocorre em um contexto de escassez global de memória RAM, impulsionada pela demanda por computadores e data centers para aplicações de IA. Analistas já preveem queda nas vendas de smartphones devido ao problema, e o setor de laptops deve ser igualmente impactado. A estratégia de precificação da Apple pode servir como um termômetro para o resto do mercado.

CONCLUSÃO

Os novos MacBooks da Apple trazem ganhos de performance notáveis, especialmente para tarefas de inteligência artificial, mas o custo mais elevado para os consumidores evidencia os desafios da cadeia de suprimentos. A escassez de memória RAM, agravada pela corrida pela IA, está elevando os preços de hardware e pode desacelerar a adoção de novas tecnologias no curto prazo.