INTRODUÇÃO
A visão de Vanessa Larco, sócia da Premise e ex-sócia da NEA, aponta 2026 como o marco definitivo para a inteligência artificial no segmento de consumo. Em entrevista ao podcast Equity da TechCrunch, ela destaca uma transformação iminente nos hábitos digitais, impulsionada por assistentes virtuais com funções de concierge.
DESENVOLVIMENTO
Com anos de experiência em investimentos em produtos para consumidores e prosumers, Larco acredita que a IA redefinirá como interagimos com serviços online. Um dos grandes questionamentos levantados é o destino de aplicativos consolidados, como WebMD e TripAdvisor: permanecerão independentes ou serão absorvidos por plataformas dominantes, como ChatGPT e Meta AI? Paralelamente, abre-se um leque de oportunidades para startups que conseguirem identificar nichos específicos onde a IA possa agregar valor único, distante do alcance das grandes corporações.
CONCLUSÃO
O retorno do foco no consumidor, impulsionado pela IA, não significa o fim de todos os players tradicionais, mas exige adaptação. As verdadeiras oportunidades, segundo Larco, estão em áreas onde a personalização e a eficiência dos serviços "concierge" possam criar experiências insubstituíveis, garantindo espaço tanto para inovadores quanto para quem souber evoluir.

