INTRODUÇÃO
Para as empresas, a capacidade de estudar dados vai muito além de novas formas de gerar receita. A pilha tecnológica corporativa moderna é incrivelmente complexa, empregando dezenas de ferramentas que interagem de maneiras únicas e imprevisíveis. Nesse contexto, a análise de fluxos de dados permite que as organizações entendam quando, onde e por que as coisas falham. No entanto, no campo da segurança, esperar até que algo quebre não é uma opção viável.
DESENVOLVIMENTO
A Fig Security, uma startup fundada por veteranos das unidades de cibernética e inteligência de dados israelenses 8200 e Mamram, afirma ajudar as equipes de segurança a lidar com essa complexidade. A empresa monitora a pilha de segurança para verificar se as regras, ferramentas de mitigação e capacidades de detecção e resposta estão funcionando corretamente ou se foram desviadas por alterações no sistema. A startup acaba de sair do modo stealth com US$ 38 milhões em financiamento inicial (seed e Série A), conforme revelado exclusivamente pelo TechCrunch.
A tecnologia da Fig rastreia os fluxos de dados na pilha de segurança, desde a origem nas fontes, passando por pipelines e data lakes, até as plataformas de orquestração e automação de resposta. O sistema alerta as equipes quando mudanças em qualquer ponto afetam as capacidades de detecção ou resposta. Além disso, a plataforma permite que as empresas simulem como novas correções, patches ou alterações podem impactar o sistema antes da implantação.
CONCLUSÃO
Em resumo, a Fig Security oferece uma solução proativa para um dos maiores desafios da segurança corporativa atual: a imprevisibilidade causada pela densidade de ferramentas. Ao focar na integridade dos mecanismos de detecção, em vez de apenas analisar os dados de forma reativa, a startup posiciona-se como uma aliada estratégica para evitar falhas em cascata e fortalecer a resiliência cibernética das organizações.

