Uma mulher brasileira, na casa dos 30 anos, foi formalmente indiciada na Coreia do Sul sob acusações de perseguição e invasão de propriedade contra Jungkook, integrante do grupo BTS. O caso foi registrado pelos promotores do Distrito Oeste de Seul após investigações que apontaram conduta reiterada da suspeita.
De acordo com as autoridades, entre 7 de dezembro do ano passado e 4 de janeiro deste ano, a brasileira teria ido 23 vezes à residência do ídolo. Durante essas visitas, ela teria tocado a campainha centenas de vezes, permanecido nas proximidades da casa e deixado cartas e outras correspondências.
No fim de dezembro, a polícia aplicou uma medida emergencial que incluía a proibição de se aproximar a menos de 100 metros da residência ou tentar qualquer tipo de contato. Apesar da determinação, os promotores afirmam que a mulher retornou ao local no início de janeiro, o que levou à sua custódia e posterior indiciamento.
Ser indiciada significa que as autoridades concluíram haver indícios suficientes para apontar a pessoa como autora de um crime, permitindo o avanço do processo na Justiça sul-coreana. A suspeita foi acusada de violar a Lei Anti Perseguição do país e de invasão de propriedade.

